Segundo a corporação, as investigações começaram após indícios de fraude em uma negociação comercial. Os equipamentos não foram encontrados no endereço informado pelo vendedor e, depois, foram anunciados e comprados por valores muito menores aos do mercado.
A primeira fase da operação ocorreu em 21 de outubro, quando 91 caixas dos equipamentos foram apreendidas em outro local, não divulgado pela polícia. Ao todo, os itens somaram oito toneladas.
Segundo a polícia, o proprietário do estabelecimento não sabia da origem criminosa dos equipamentos e indicou onde estavam os demais itens, que ainda permaneciam acondicionados em caixas.
Os materiais foram apreendidos e devolvidos à vítima, que procurou a polícia para denunciar o crime. Até a última atualização desta reportagem, ninguém havia sido preso.