Comissão colheu depoimentos do vereador Luiz Timburi e do secretário municipal de Obras e Serviços; última oitiva está disponível no YouTube.
O plenário da Câmara Municipal de Fartura recebeu, nesta quinta-feira (22), novas oitivas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, que apura denúncias envolvendo a atual gestão municipal no chamado “caso Tucunaré”. Nesta etapa, prestaram depoimento Luiz Martins, vereador farturense conhecido como Luiz Timburi, e o secretário municipal de Obras e Serviços, Márcio Aparecido de Almeida Campos.
As oitivas foram conduzidas pelos vereadores Sildemar Fabro (PL), presidente da comissão, Henrique Lucarelli (PT), relator, e João Buranello (PSDB), membro. O registro completo em vídeo das sessões está disponível no canal oficial da Câmara de Fartura no YouTube.
A CPI foi instaurada para investigar supostas irregularidades em um caso que envolve a Prefeitura Municipal e uma empresa prestadora de serviços. Desde a abertura dos trabalhos, a comissão já realizou outras duas oitivas: a primeira em 15 de outubro do ano passado, com o denunciante Aguinaldo Jianetti, e a segunda no dia 6 de novembro, quando foi ouvido Marcus Frank Stuani.
Tiveram ainda oitivas em 24 de novembro, que contaram com três pessoas: Paulo Eduardo Vieira Gabriel, Everton Carvalho e o secretário de Gabinete da Prefeitura, Victor Salles.
Até o final de 2025, a presidência da CPI era exercida pelo vereador Anderson Lima (PSD), que foi substituído da função por Sildemar Fabro. Após a mudança, as oitivas passaram a ser transmitidas pelo YouTube.
De acordo com a Câmara farturense, os trabalhos da comissão seguem pautados pelos princípios da legalidade, da ética pública e da transparência, assegurando o direito de defesa das partes envolvidas e o compromisso institucional com a correta condução do processo. As conclusões da investigação serão apresentadas em relatório final, que deverá ser submetido à apreciação do plenário após o encerramento de todas as etapas de instrução.
As Comissões Parlamentares de Inquérito, no âmbito municipal, têm como finalidade fiscalizar e investigar atos do Poder Executivo, podendo requisitar documentos, convocar depoentes e, caso sejam constatadas irregularidades, recomendar medidas administrativas cabíveis.