Jornal O Sudoeste

Os últimos desejos de Alexandre, o Grande

20 de dezembro de 2021, às 13h35 Fartura Colunas
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Alexandre foi um grande guerreiro, e quando à beira da morte, convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

Primeiro: Que o seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época.

Segundo: Que fosse espalhado no caminho até o seu túmulo, os tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…).

Terceiro: Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um de seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

-Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão, para mostrar que eles não têm poder de cura perante a morte;

-Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

-Quero que minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pense nisso… “Não deixe de correr atrás de seus sonhos, mas não se esqueça de viver intensamente e de usufruir de seus sentimentos e emoções, pois as coisas materiais são importantes para nós, porém elas ficam,  já as emoções e sentimentos nascem e morrem com a gente”.

Você leu nesta coluna, em edição passada, a respeito do rico que estava morrendo, que pediu a Deus e foi lhe concedido, levar consigo para a mansão celestial aquilo que ele mais amava nesta terra. Qual não foi a surpresa de Pedro e dos anjos, quando abriram o enorme container e depararam o enorme baú todo cheio de barras de ouro. Deram gostosas gargalhadas e disseram ao rico recém chegado . – Olha meu amigão, ouro aqui no céu, usamos para calçar as nossas ruas e avenidas!!!

(Leia na sua Bíblia, no livro de Apocalipse, o capítulo 21,versículo 21, que versa a respeito).

Bom dia.

Professor Dijalma.

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